Pasta de Dentes Caseira

Por Sara

Há mais de dois anos que não uso pasta de dentes comercial – e sim, ainda tenho os dentes todos! Aliás, os meus dentes estão mais saudáveis do que nunca: fortes, sem cáries, sem tártaro e com o hálito fresco.  Criar uma pasta de dentes caseira surgiu como resposta a uma necessidade: a de nutrir o meu corpo com aquilo que a natureza nos oferece, com ingredientes “do bem” que ele reconheça como comida. 

 

As pastas de dentes comuns

 

Durante a maior parte da minha vida usei dentífricos de compra, sem pensar duas vezes sobre o assunto. Devo dizer que, durante a infância e adolescência, os meus dentes eram muito propensos a cáries e não havia flúor que os salvasse (a quantidade de açúcar refinado que consumia também não ajudava).

Mas, à medida que fui adoptando um estilo de vida mais natural, comecei a descartar tudo o que fossem produtos contendo ingredientes tóxicos, daqueles que nem conseguimos pronunciar o nome. E as pastas de dentes estão carregadas deles! Não é por acaso que estão cheias de avisos sobre os perigos da sua ingestão e da necessidade de supervisão do uso pelas crianças.

Não te iludas a acreditar que “as empresas não iriam usar ingredientes que não fossem seguros para nós”: as indústrias alimentar, farmacêutica, etc, estão cheias de exemplos que provam o contrário; também não se aplica o “ah é só para passar nos dentes, não faz mal!”: o nosso corpo absorve, ou seja, alimenta-se de tudo o que colocamos em contacto com ele, seja através do cabelo, da pele ou das mucosas. E chama-me esquisita mas eu cá só gosto de me alimentar com ingredientes que sejam apropriados para consumo humano…

Todos conhecemos aqueles anúncios a dentífricos e elixires bucais tão poderosos que prometem exterminar 99,9% das bactérias – pois, guess what, isso significa que acabam com as bactérias más mas também com as boas, e não queremos isso, pois não? Podia começar a enumerar todos os vilões presentes nestes produtos mas vou centrar-me em dois que andam por aí disfarçados de bons moços…

 

O Flúor e a Glicerina

 

Nas várias pesquisas que fiz deparei-me com bastante informação relacionada com a utilização de produtos com flúor que, ao que parece, não apresenta quaisquer benefícios para a saúde dentária, antes pelo contrário. Vários estudos relacionam o flúor com inúmeros problemas como hiperactividade e défice de atenção, além de toxicidade, redução de QI, doenças da tiróide, cancro e, ironicamente, desgaste dentário e aparecimento de descoloração e manchas – uma patologia chamada fluorose – entre muitos outros.

Embora fosse possível encontrar, nas lojas de produtos naturais, uma ou outra pasta de dentes “menos má” e sem flúor, ainda havia outro problema – a glicerina. A glicerina é usada nos dentífricos para dar brilho e impedir que as manchas de comida, café, chá, vinho, tabaco, entre outros, se fixem nos dentes pois cria uma “camada protectora” sobre o esmalte. No entanto, é essa película, que pode levar até 27 lavagens a ser removida, que impede a natural remineralização que deveria ocorrer nos dentes, uma capacidade do nosso corpo que fica assim inibida pela utilização de produtos com este ingrediente.

 

As Alternativas

 

Na altura em que me apercebi destes dados fiquei perplexa e sem saber o que fazer. Hoje em dia já apareceram algumas boas alternativas no mercado (ainda que bastante caras) mas há uns anos não se encontravam soluções em Portugal que fossem naturais, livres de flúor e de glicerina.

Vi-me forçada a puxar pela criatividade e, claro está, a revirar a internet e testar, testar, testar! Durante alguns meses experimentei escovar os dentes com argila, sabão em barra, carvão vegetal activado, beterraba torrada em pó e curcuma – algumas opções super divertidas se quiseres ficar com o lavatório manchado de preto ou amarelo – entre tantas outras que já nem me lembro. Mas nenhuma me satisfazia por não ser prática nem deixar aquela sensação de dentes bem lavados e hálito fresco. Acabei por me conformar com umas pastilhas dentárias que pareciam funcionar bem ao início mas que continham serradura (!?) e ao fim de algumas semanas começaram a causar-me sangramento nas gengivas.

Conclusão, percebi que estava por minha conta e comecei a criar, por tentativa e erro, esta mistura que é a mesma que uso ainda hoje, mais de dois anos depois!

Disclaimer: Eu não sou dentista e relato-te a minha experiência pessoal, tendo dentes relativamente saudáveis. Se tens alguma condição especial ou prótese dentária, por exemplo, aconselho moderação e bom senso.

 

Pasta de Dentes Caseira

 

 

Ingredientes

(sempre 100% puros e preferencialmente bio)

 

bicarbonato de sódio

óleo de côco extra virgem

óleo essencial (opcional)

 

Material

 

colher pequena

frasco de vidro com tampa

 

Tempo de preparação

 

2 minutos

 

Modo de preparação

 

Mistura tudo dentro do frasco e começa a escovar os dentes.

 

É tão simples assim! Mas aqui ficam algumas dicas que te vão facilitar ainda mais a vida.

– Repara que não coloquei quantidades porque vai variar conforme a tua preferência pessoal. Eu gosto que fique com textura de “areia molhada” porque senão fica demasiado oleoso e escorrega facilmente da escova, mas brinca com as quantidades e vê o que se adequa melhor às tuas necessidades.

Começa por adicionar o bicarbonato de sódio até cerca de 2/3 do frasco – esta ordem é importante! Se começares por pôr o óleo primeiro vais ter mais dificuldade em acertar no ponto porque vai ser preciso juntar muito mais bicarbonato para compensar.

Junta o óleo de côco, aos pouquinhos, e à temperatura ambiente – no inverno, quando está sólido, utiliza-o mesmo assim, misturando e ao mesmo tempo desfazendo com as costas da colher. Há a tentação de o derreter primeiro mas, na minha experiência, isso pode adulterar o resultado final pois ao voltar a solidificar é provável que não fique com a consistência desejada.

Adiciona poucas gotas de óleo essencial de cada vez! A little goes a long way – O óleo puro é extremamente concentrado e não é preciso muito para conseguires o aroma e benefícios pretendidos. Começa com poucas gotas e vai experimentando. Descobre abaixo quais os óleos mais adequados para os teus dentes

– Quando fores escovar os dentes, basta humedecer as cerdas da escova e recolher um pouco da pasta directamente do pote. Eu costumo fazer uma mistura que dá para algumas semanas e deixo na casa de banho, tapada e à temperatura ambiente.

– Para utilizares no trabalho ou em férias, retira parte para um pote mais pequeno e portátil que possas transportar facilmente contigo.

 

O mito do bicarbonato de sódio

 

Tendo um historial familiar de periodontite, tenho cuidados redobrados e procedo à destartarização dentária a cada 6 meses, recusando gentilmente a aplicação de flúor. Sempre que a faço recebo elogios dos diferentes higienistas que me gabam a falta de acumulação de placa, as gengivas saudáveis e a ausência de cáries. Dizem-me que se todos os pacientes tivessem dentes assim eles não teriam emprego. E mal eles sonham que uso esta mistura caseira para os escovar… caso contrário iriam alertar-me contra os terríveis perigos de usar bicarbonato de sódio!!! Isto porque, enfim, é o que aprendem na escola, ensinamentos esses que já chegam deturpados por interesses externos (quem sairia a lucrar se toda a gente começasse a utilizar ingredientes tão baratos como este??)

Aquilo que mais se lê é o quando o bicarbonato de sódio é abrasivo e que irá destruir o esmalte dentário (o que até poderia ser verdade, não ficasse ele diluído mal entra em contacto com a saliva). Mas, o mais irónico, é que basta pesquisares um pouco e vais ver que é absolutamente o oposto! Na verdade, a American Dental Association tem um estudo, regulado pela FDA, que testa a abrasividade dos dentífricos e usam o bicarbonato como termo comparativo: espreita os resultados aqui! O bicarbonato de sódio (plain baking soda) tem praticamente o mesmo grau de abrasão que a água, ao passo que marcas como a Colgate, Sensodyne, etc, testam altíssimo.

Ainda assim, se quiseres jogar pelo seguro, a dica é iniciar a escovagem dos dentes por zonas diferentes da boca a cada dia, evitando assim desgastar sempre a mesma área. Simples! De resto, as propriedades de limpeza e branqueamento inerentes ao bicarbonato de sódio são soberbamente conhecidas e dispensam apresentações.

E este método de higiene oral não é novidade nenhuma, relembrando que a pasta de dentes é uma invenção histórica muito recente e a humanidade sobreviveu bem sem ela. Nas tribos indígenas não há prevalência de cáries e ninguém anda por lá de tubo de Colgate na mão… Uma celebridade que é famosa pelo seu sorriso e que há muitos anos utiliza bicarbonato puro na escovagem dos dentes é a Julia Roberts, que aprendeu a fazê-lo com o seu avô.

 

O óleo de côco

 

Antes de usar o óleo de côco no dentífrico costumava fazer oil-pulling, uma técnica ayurvédica que consiste em bochechar durante alguns minutos uma colher de óleo e descartá-lo, posteriormente, com o objectivo de remover as toxinas que se encontram na cavidade bucal e que são expulsas junto com o óleo.

Além disso, o óleo de côco é excelente para a saúde das gengivas! Tem propriedades anti-bacterianas, anti-virais e anti-fúngicas e, segundo alguns estudos indicam, actua inclusivamente sobre a bactéria Streptococus.

Há quem diga que se deve evitar descartar o óleo pelo ralo e sim directamente no lixo porque pode vir a entupir os canos, no entanto nunca tive problemas (além disso um pouco de vinagre e bicarbonato de sódio juntos fazem maravilhas a desentupir canos!)

 

Os óleos essenciais

 

Os óleos essenciais têm muito mais para oferecer além do sabor agradável e refrescante, se bem que isso abona, e muito, a seu favor! Os meus preferidos são o de hortelã-pimenta, o de limão e o de funcho, mas há quem use também os de laranja, melaleuca (tea tree) ou canela, por exemplo. Uso-os individualmente ou misturados entre si, variando o sabor ao meu gosto e colhendo os vários benefícios de cada um. Como são necessários em muito pouca quantidade, os óleos rendem bastante (meses/anos) além de que podem ser utilizados para outros fins, como por exemplo nesta mousse de chocolate e menta!

Estes óleos têm propriedades de desinfecção, anti-virais, anti-bacterianas, anti-fúngicas,entre outras. Não te esqueças que os óleos são o sistema de defesa que as plantas têm contra os ataques do exterior! Além disso, os óleos cítricos (limão/ laranja) têm o potencial de agir como branqueadores, devendo no entanto, ser usados com moderação pela sua natureza ácida.

Ainda assim, nem todos os óleos são ingeríveis, tanto pelo seu grau de pureza como pela própria planta/elemento do qual provêm, pelo que deves sempre consultar o rótulo. O uso em grávidas e crianças deve ser orientado por um aromaterapeuta qualificado e, no caso desta pasta de dentes, podes simplesmente dispensá-los.

 

Outros cuidados de higiene oral

 

Claro que o dentífrico sozinho não faz magia! Além dos cuidados do costume, como fazer a escovagem dos dentes e gengivas em movimentos circulares, ao invés de vai-e-vem, utilizando uma escova de cerdas suaves, além de utilizar fio dental (atenção aos que contêm flúor) existe algo que irá mudar radicalmente a tua noção de higiene oral que é…

Raspar a língua!! Não me refiro a escová-la, o que só vai espalhar mais as toxinas, mas sim utilizar um raspador de aço inoxidável ou cobre típicos da medicina ayurvédica (à venda na internet, em lojas indianas ou espaços de yoga). E esquece lá os utensílios de plástico que não valem nada! Esta raspagem demora segundos a ser feita e o ideal é realizá-la logo ao acordar, ainda antes de comer ou beber qualquer coisa, de modo a que as toxinas que se acumularam na camada branca que se forma na língua, durante a noite, não voltem a ser ingeridas. Confia em mim, depois de criares este hábito não vais mais conseguir passar sem ele! Este pequeno gesto tem um enorme impacto imediato sobre o nosso hálito e, a longo prazo, sobre a nossa saúde.

Depois destes cuidados, não sinto necessidade de usar elixir bucal mas, se fizer sentido para ti, uma simples mistura de óleo de côco com umas gotas de óleo de hortelã-pimenta serão suficientes para refrescar o hálito.

 

Conclusão

 

Se todos mudássemos os nossos hábitos e começássemos a usar estas pastas de dentes naturais, tal como outros produtos de higiene, alimentos, entre outros, tudo iria mudar. E não só na nossa saúde mas nas indústrias que seriam obrigadas a repensar as estratégias de produção e venda de produtos que fazem mais mal do que bem, envoltos em embalagens coloridos e em marketing multimilionário, e recheadas de promessas de super branqueamento, sabor e espuma. Este dentífrico não faz espuma, não, mas essa foi (mais) uma “necessidade” artificial criada para dar uma ilusão de limpeza, quando na verdade não trás qualquer benefício a quem utiliza. É preciso termos consciência do impacto que podemos ter com cada escolha que fazemos.

Por fim, relembrando que toda a nossa saúde, incluindo a oral, beneficia de uma dieta alcalina uma vez que são os alimentos de pH ácido os responsáveis por corroer o esmalte e provocar as cáries. Fazer a nossa própria pasta dentífrica é uma alternativa saudável, económica, ecológica e 100% vegetal que proporciona dentes limpos, brancos e gengivas saudáveis, de forma verdadeiramente pura e natural. Mas não acredites na minha palavra, nem no que lês por aí – nada melhor do que experimentares por ti mesmo e tirares as tuas próprias conclusões. E depois não te esqueças de as partilhar comigo! 😉

12 comentários
  • Isabel
    Responder

    Gostei muito do teu artigo e estou com muita curiosidade em experimentar para ficar bonitos!

  • Andreia Nunes
    Responder

    Sara tens algum shampoo caseiro que recomendes? Obrigada, beijinhos

    • Sara
      Responder

      Olá Andreia! Infelizmente ainda não encontrei uma fórmula que me agradasse 🙁 Em tempos, fiz inúmeras experiências com alguns tipos de sabão, entre eles o sabão líquido Dr. Bronner, plantas ayurvédicas em pó e até lavar simplesmente com bicarbonato de sódio e enxaguar com vinagre (este último sinto que era o que deixava o cabelo mais limpo mas ao mesmo tempo fraco e sem brilho). Por isso, e tendo também testado já shampoos em barra sem sucesso, continuo a usar um liquido que compro no Celeiro, vegan e o mais próximo do natural possível… mas ainda não desisti de encontrar uma técnica natural que funcione 😀

  • ana
    Responder

    Bem haja pela partilha!! Se eu usar o oleo de tee tre (melaneuca) quantas gotas coloco? Obrigada!

    • Sara
      Responder

      Vai depender da quantidade dos outros ingredientes que utilizares. E não costumo usar tea tree, normalmente utilizo hortelã-pimenta, portanto não sei se ficará com um sabor muito agradável. De qualquer modo aconselho a começares com poquinhas gotas e ires misturando bem com o óleo de côco e vai experimentando, não te esqueças que os óleos essenciais puros são super concentrados, diz-se que uma gota equivale a 27 chávenas de chá!

      • Salomé
        Responder

        Olá,

        Eu comecei há uma semana a usar esta receita, e ainda não sei bem o que pensar, porque de facto tenho lido muita coisa contrária ao uso regular do bicarbonato e nos dentes e já não sei bem em quem acreditar. Só mesmo a experiência, como diz, e para já tem sido positiva, a pasta é ótima e deixa os meus dentes branquinhos e limpos, e o hálito fresco. Nos primeiros dias tive algum sangramento da gengiva, mas penso que isso se deveu ao facto de a escova ser nova e não ser tão macia (comprei de dureza média, mas nos primeiros dias é sempre mais dura). Também tenho achado os dentes mais sensíveis, mas pode ser só impressão minha. Se calhar só estão mais limpos, lol. Penso que uma semana é pouco tempo para avaliar os efeitos, vou testar mais algum tempo.
        Relativamente aos óleos, eu coloco 5 ou 6 gotas de hortelã-pimenta para um hálito fresco e junto 2 gotinhas de tea tree. Não altera o sabor e dá mais um reforço antifúngico e antibacteriano à minha pasta.

        • Sara
          Responder

          Olá Salomé e obrigada pelo teu testemunho! Olha eu também usava escova de dureza média mas há uns anos substitui por cerdas macias ou até extra-suaves e tenho-me dado bem, creio que o mais importante é o método de escovagem. Sugiro que comeces sempre a escovar os dentes numa parte diferente da dentição, ou seja, umas vezes começa do lado direito em cima, depois no esquerdo em baixo, etc, para que não estares a colocar a mistura com o bicarbonato constantemente sobre a mesma zona. Isto porque depois que entra em contacto com a saliva ele rapidamente se “dissolve” e fica menos abrasivo. De qualquer modo fica atenta a esses sinais de sensibilidade, somos todos diferentes, mas realmente não há outra forma de saber se funciona connosco senão testando 😉 Vai dando feedback! Beijinhos 🙂

  • Joana
    Responder

    ««Nas tribos indígenas não há prevalência de cáries e ninguém anda por lá de tubo de Colgate na mão… »»
    Nas tribos indígenas duvido que as crianças andem com pacotes de gomas , rebuçados, bollycaos, cereais na mão.
    As tribos indígenas a alimentação não é a mesma que a nossa que é altamente processada e cheia de açucares refinados.
    Não tens cáries porque escovas os dentes regularmente e és vista por um Higienista Oral de 6/6 meses que é o que a população deveria fazer.
    Se há excesso de consumo de açúcar e não existe aporte de flúor pela escovagem com pasta de dentes fluoretada existirão cáries sim, ainda mais se falamos de crianças onde a destreza manual ainda não é 100%. Tal como referiste são opções, claro, mas convém ter bastante atenção ao que se escreve e aconselha a outros.

    • Sara
      Responder

      Olá Joana, obrigada pelo teu comentário. Sim, tens razão, tem que se ter cuidado com o que se aconselha o outro, o que eu procuro sempre ter! Mas como falo neste artigo, e em todos os outros na verdade, o que partilho no Vikasa são as minhas opiniões e experiências pessoais e saliento sempre a importância do leitor fazer a sua própria pesquisa e testes, pois não sou especialista e apenas compartilho aquilo que vai resultando comigo. Bom senso, sempre 🙂 Obrigada pela visita!

  • Maria
    Responder

    Olá! Onde compras o Óleo de Coco e os Óleos Essenciais? Eu queria começar a fazer a minha pasta de dentes, mas todos os ingredientes que encontro são embalagens enormes e super caros, e não queria estar a gastar tanto sem saber se gosto desses em particular… sugestões?

    • Sara
      Responder

      Olá! O óleo de côco encontras, em vários tamanhos, em todos os supermercados e podes sempre utilizar também para cozinhar, hidratar a pele ou cabelo… Os óleos essenciais são de facto mais caros mas compra um que além de ser apropriado para o dentífrico possas utilizar para difundir, por exemplo, como o de limão. Esse comprei no Celeiro, é da marca Biover, que é 100% pura. De qualquer modo, podes sempre testar a pasta sem os óleos essenciais e, se depois te adaptares bem, logo investes nos óleos que vão contribuir para a sensação de frescura a que estamos habituados com os dentífricos de supermercado. Depois dá-me feedback! 😉

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